AGRONEGÓCIO

Precisão na adubação impulsiona tecnologias para cafezais e pomares de citros.

A busca por maior eficiência no uso de fertilizantes e corretivos tem levado produtores de café e citros a investirem em tecnologias capazes de tornar a distribuição mais precisa e adequada às características de cada área da propriedade.

Em culturas perenes, fatores como espaçamento, relevo, localização das plantas e variabilidade do solo exigem equipamentos que permitam aplicações direcionadas e com maior controle operacional.

É nesse cenário que a Piccin Equipamentos, de São Carlos (SP), participa da Coopercitrus Expo 2026, que começa hoje, 27, e segue até 31 de julho, em Bebedouro (SP).

A fabricante leva à feira soluções voltadas às culturas perenes, com destaque para os distribuidores Master 5500 DH EI e Master 3000 DH1 Cafeeira, desenvolvidos para otimizar a aplicação de fertilizantes, adubos e corretivos.

Segundo o engenheiro agrônomo e Head de Marketing da empresa, Marco Gobesso, o avanço da agricultura de precisão também chegou às culturas permanentes, onde a correta distribuição dos insumos influencia diretamente a eficiência do manejo e o aproveitamento dos investimentos realizados na lavoura.

A busca por maior eficiência no uso de fertilizantes e corretivos tem levado produtores de café e citros a investirem em tecnologias capazes de tornar a distribuição mais precisa e adequada às características de cada área da propriedade.

Em culturas perenes, fatores como espaçamento, relevo, localização das plantas e variabilidade do solo exigem equipamentos que permitam aplicações direcionadas e com maior controle operacional.

É nesse cenário que a Piccin Equipamentos, de São Carlos (SP), participa da Coopercitrus Expo 2026, que começa hoje, 27, e segue até 31 de julho, em Bebedouro (SP).

A fabricante leva à feira soluções voltadas às culturas perenes, com destaque para os distribuidores Master 5500 DH EI e Master 3000 DH1 Cafeeira, desenvolvidos para otimizar a aplicação de fertilizantes, adubos e corretivos.

Segundo o engenheiro agrônomo e Head de Marketing da empresa, Marco Gobesso, o avanço da agricultura de precisão também chegou às culturas permanentes, onde a correta distribuição dos insumos influencia diretamente a eficiência do manejo e o aproveitamento dos investimentos realizados na lavoura.

“Os fertilizantes representam uma parcela importante dos custos de produção. Por isso, cresce a demanda por equipamentos capazes de aplicar a quantidade adequada em cada área da propriedade, evitando desperdícios e melhorando a eficiência operacional”, afirma.

Aplicação direcionada

Entre os destaques está o Master 5500 DH EI, equipamento com capacidade para 5.500 kg, desenvolvido para aplicações em pomares de laranja, cafezais e até em áreas de eucalipto.

O distribuidor utiliza sistema por centrifugação, acionamento hidráulico e esteiras independentes, permitindo controlar separadamente o fluxo de material em cada lado do equipamento.

A configuração favorece aplicações direcionadas às linhas das plantas, aumentando a uniformidade da distribuição e oferecendo maior flexibilidade conforme o tipo de fertilizante ou corretivo utilizado.

Outro diferencial é a compatibilidade com sistemas de agricultura de precisão, permitindo aplicações em taxa variável por GPS.

A tecnologia ajusta automaticamente a dosagem de acordo com mapas de recomendação agronômica, reduzindo aplicações excessivas ou insuficientes ao longo da área.

“Não basta levar o fertilizante ao campo é preciso distribuí-lo de forma uniforme e na quantidade planejada para cada ambiente produtivo. Esse controle contribui para melhorar o aproveitamento dos insumos e aumentar a eficiência das operações”, explica Gobesso.

Eficiência entre linhas do café

Para a cafeicultura, a empresa apresenta o Master 3000 DH1 Cafeeira, projetado especificamente para atuar nas entrelinhas dos cafezais.

O equipamento possui dimensões compatíveis com diferentes espaçamentos, estrutura reforçada e acionamento hidráulico pelo sistema do trator, facilitando a regulagem e reduzindo a necessidade de componentes mecânicos durante a operação.

Cup of coffee with smoke and coffee beans in burlap sack on coffee tree background

Segundo o Head da Piccin, essas características permitem adaptar o equipamento às diferentes realidades da cafeicultura brasileira.

“Cada propriedade possui particularidades relacionadas ao relevo, ao espaçamento e ao sistema de condução das plantas. O distribuidor precisa acompanhar essas condições para realizar uma aplicação eficiente, preservando a lavoura e garantindo melhor direcionamento dos insumos”, diz.

A escolha de equipamentos compatíveis com o espaçamento da cultura também contribui para reduzir o contato da máquina com as plantas, aspecto importante principalmente em lavouras adultas ou implantadas em áreas com relevo irregular.

Importante polo de produção

A seleção da Coopercitrus Expo como palco para a apresentação dessas tecnologias acompanha o perfil agrícola da região de Bebedouro, tradicional produtora de café e integrante do cinturão citrícola formado por São Paulo e pelo Triângulo Mineiro e sudoeste de Minas Gerais.

Segundo o Fundecitrus, a safra 2026/27 deverá alcançar 255,2 milhões de caixas de laranja, distribuídas em aproximadamente 366 mil hectares, embora o volume represente retração de 12,9% em relação ao ciclo anterior.

Nesse contexto, o uso mais eficiente de fertilizantes e corretivos torna-se um dos fatores que contribuem para manter o equilíbrio nutricional das plantas e otimizar os custos de produção.

Além da citricultura, a Coopercitrus possui forte atuação junto aos cafeicultores, oferecendo assistência técnica, fornecimento de insumos, mecanização, análises, armazenagem e comercialização.

“A feira é uma oportunidade para conversar diretamente com os produtores, entender os desafios de cada propriedade e apresentar tecnologias que possam tornar as operações mais eficientes e precisas”, conclui Gobesso.

“Os fertilizantes representam uma parcela importante dos custos de produção. Por isso, cresce a demanda por equipamentos capazes de aplicar a quantidade adequada em cada área da propriedade, evitando desperdícios e melhorando a eficiência operacional”, afirma.

Aplicação direcionada

Entre os destaques está o Master 5500 DH EI, equipamento com capacidade para 5.500 kg, desenvolvido para aplicações em pomares de laranja, cafezais e até em áreas de eucalipto.

O distribuidor utiliza sistema por centrifugação, acionamento hidráulico e esteiras independentes, permitindo controlar separadamente o fluxo de material em cada lado do equipamento.

A configuração favorece aplicações direcionadas às linhas das plantas, aumentando a uniformidade da distribuição e oferecendo maior flexibilidade conforme o tipo de fertilizante ou corretivo utilizado.

Outro diferencial é a compatibilidade com sistemas de agricultura de precisão, permitindo aplicações em taxa variável por GPS.

A tecnologia ajusta automaticamente a dosagem de acordo com mapas de recomendação agronômica, reduzindo aplicações excessivas ou insuficientes ao longo da área.

Coopercitrus Expo 2026 projeta R$ 2 bilhões em negócios em Bebedouro

“Não basta levar o fertilizante ao campo é preciso distribuí-lo de forma uniforme e na quantidade planejada para cada ambiente produtivo. Esse controle contribui para melhorar o aproveitamento dos insumos e aumentar a eficiência das operações”, explica Gobesso.

Eficiência entre linhas do café

Para a cafeicultura, a empresa apresenta o Master 3000 DH1 Cafeeira, projetado especificamente para atuar nas entrelinhas dos cafezais.

O equipamento possui dimensões compatíveis com diferentes espaçamentos, estrutura reforçada e acionamento hidráulico pelo sistema do trator, facilitando a regulagem e reduzindo a necessidade de componentes mecânicos durante a operação.

Segundo o Head da Piccin, essas características permitem adaptar o equipamento às diferentes realidades da cafeicultura brasileira.

“Cada propriedade possui particularidades relacionadas ao relevo, ao espaçamento e ao sistema de condução das plantas. O distribuidor precisa acompanhar essas condições para realizar uma aplicação eficiente, preservando a lavoura e garantindo melhor direcionamento dos insumos”, diz.

A escolha de equipamentos compatíveis com o espaçamento da cultura também contribui para reduzir o contato da máquina com as plantas, aspecto importante principalmente em lavouras adultas ou implantadas em áreas com relevo irregular.

Importante polo de produção

A seleção da Coopercitrus Expo como palco para a apresentação dessas tecnologias acompanha o perfil agrícola da região de Bebedouro, tradicional produtora de café e integrante do cinturão citrícola formado por São Paulo e pelo Triângulo Mineiro e sudoeste de Minas Gerais.

Segundo o Fundecitrus, a safra 2026/27 deverá alcançar 255,2 milhões de caixas de laranja, distribuídas em aproximadamente 366 mil hectares, embora o volume represente retração de 12,9% em relação ao ciclo anterior.

Nesse contexto, o uso mais eficiente de fertilizantes e corretivos torna-se um dos fatores que contribuem para manter o equilíbrio nutricional das plantas e otimizar os custos de produção.

Além da citricultura, a Coopercitrus possui forte atuação junto aos cafeicultores, oferecendo assistência técnica, fornecimento de insumos, mecanização, análises, armazenagem e comercialização.

“A feira é uma oportunidade para conversar diretamente com os produtores, entender os desafios de cada propriedade e apresentar tecnologias que possam tornar as operações mais eficientes e precisas”, conclui Gobesso.

Publicado em 27/07/2026