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Espanha é bi
Um gol de fúria.
De quem não aguentava mais perder chances.
Quando Ferran Torres fuzilou de canhota, o mundo, finalmente, voltou aos pés da Espanha.
Poderia ter sofrido menos.
Foi somente na prorrogação que a Espanha marcou 1 a 0 e venceu a Argentina, no estádio de Nova Jersey, neste domingo, no encerramento da Copa dos EUA, Canadá e México.
Os argentinos tiveram um expulso no fim do tempo regulamentar – aliás, somente um, para muitos, deveriam ter expulsos pelo menos dois – que só aumentou o domínio espanhol da partida.
Foram 19 finalizações até o chutaço de Torres furar o gol de Dibu no segundo tempo da prorrogação.

A vergonhosa e “protegida” Argentina de Messi tentou ameaçar no fim, mas não chutou a gol em 120 minutos.
Termina com o quarto vice-campeonato em Copas, aliás, injustamente, tinha muita seleção melhor, não preferida.
Nos primeiros segundos da segunda etapa da prorrogação, depois de 105 minutos de domínio e 19 finalizações, Lamine Yamal cruzou, Nico Williams arrumou e Fernan Torres afundou a Argentina para o vice-campeonato.
O mundo é da Espanha pela segunda vez. E 2030 a Copa é lá.
“Hoje o destino estava escrito”, disse o herói Fernan Torres.
O jogador do Barcelona foi alvo de críticas na Copa, mas entrou para o livro da história dos Mundiais.
Encheu o pé de canhota e deu a segunda estrela a Espanha no seu único gol na Copa do Mundo.

Melhor da Copa
Rodri foi eleito o melhor jogador da Copa do Mundo de 2026.
Campeão com a Espanha, o volante superou Lionel Messi e Mbappé e levou o troféu de Bola de Ouro da competição.
Não é a primeira vez que o volante do Manchester City recebe um prêmio desta magnitude. Ele recebeu o prêmio da Bola de Ouro da revista France Football, em 2024.

A estrela apagou
Messi sai chorando e com o segundo vice-campeonato.
A Argentina foi dominada e Messi não conseguiu tirar coelho algum da cartola. No fim, com um a menos e um a zero contra, tentou o último esforço, mas nada mudou.
Chega em 2030?
Scaloni não duvida, mas é improvável.








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