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“Te amo, papai! Obrigado!”, escreveu Rodrigo.
Benito Di Paula. Cantor, compositor, músico, gênio da música popular brasileira, morreu aos 84 anos no Hospital 9 de Julho, em São Paulo, em decorrência de complicações de um câncer de próstata.
Um dos nomes mais populares da música brasileira na década de 1970, o artista recebeu homenagens de familiares, amigos, fãs e personalidades nas redes sociais./i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/z/N/8aAJNURTKFTR7uFx3dzw/g1-benito.jpg)
Benito Di Paula e o filho, o também músico Rodrigo Vellozo, em registro compartilhado nas redes sociais — Foto: Reprodução/ Instagram
Rodrigo Vellozo, filho de Benito, publicou uma mensagem de agradecimento ao pai.
Repercussão:
Fafá de Belém e Xanddy também lamentaram a morte do artista. O sambista Mumuzinho destacou a importância de Benito para a música brasileira.
“Que tristeza. Sua importância para nossa música vive. Meus sentimentos”, escreveu.
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Benito Di Paula e o filho, o também músico Rodrigo Vellozo, em registro compartilhado nas redes sociais — Foto: Reprodução/ Instagram
Maria Rita prestou solidariedade à família.
“Meu abraço forte, que ele descanse em paz e seja recebido em festa!”, disse a cantora.
Eliana de Lima também ressaltou a contribuição de Benito para o samba.
“Gigante! Lançou na música um novo estilo na época de cantar e tocar o nosso samba. Que perda triste para a música”, afirmou Eliana de Lima.
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Benito Di Paula na capa de álbum de 1976 — Foto: Reprodução / Capa de disco
Teresa Cristina deixou uma mensagem para Rodrigo: “Um abraço forte em você, Rodrigo”.
Mauro Júnior, do Grupo Revelação, lembrou a participação de Benito em momentos importantes da trajetória do grupo.
“Um abraço enorme no seu coração, querido. Seu pai foi um braço muito forte no nosso trabalho, nos dando o prazer de tê-lo nos nossos álbuns e no palco, num momento dos mais marcantes da nossa carreira. Que Deus te conforte grandemente. Obrigado Benito Di Paula! Gênio! Meus pêsames!”, escreveu.
Benito Di Paula nasceu em 1941, em Nova Friburgo, na Região Serrana do Rio.O
Governo do Estado do Rio de Janeiro divulgou uma nota de pesar e destacou a importância do cantor e compositor para a música brasileira.
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“A notícia da morte de Benito Di Paula, um dos grandes nomes da música popular brasileira, causa profunda tristeza. Sua voz marcante e o seu talento deram vida a canções que atravessaram gerações e conquistaram um lugar especial na história da nossa cultura. O Governo do Estado do Rio de Janeiro manifesta solidariedade aos familiares, amigos e fãs de Benito Di Paula”, diz a nota.
O Flamengo, time do coração do artista, também lamentou a morte e destacou o legado de Benito.
“O Clube de Regatas do Flamengo lamenta profundamente o falecimento de Uday Vellozo, o nosso eterno Benito Di Paula, aos 84 anos. Rubro-negro apaixonado e gênio da música brasileira, Benito revolucionou o samba ao uni-lo com o piano, deixando um legado imortal na nossa cultura. Neste momento de dor, nos solidarizamos com seus familiares, amigos e milhões de fãs. Obrigado por tanto. A sua obra jamais se apagará”, afirmou o clube.
Zico também homenageou o cantor e disse que Benito era um de seus ídolos na música.
“Um dos meus ídolos. Que ele descanse em paz e Deus conforte os familiares e amigos”, afirmou.
O Império Serrano também divulgou uma nota.
“Imperiano de coração, Benito foi um dos grandes nomes da música popular brasileira. Com seu estilo inconfundível, que uniu o samba ao piano e às melodias românticas, construiu uma trajetória de sucesso e eternizou canções como ‘Retalhos de Cetim’, ‘Charlie Brown’ e ‘Mulher Brasileira’, conquistando gerações e deixando sua marca na história da nossa música”, afirmou um trecho da nota.
O samba feito no piano
Foi justamente nas teclas que Benito encontrou sua marca. Sem formação musical formal, ele tocava o piano como instrumento de percussão. Nunca se apresentou como herdeiro da linhagem de Martinho da Vila e Paulinho da Viola, seus contemporâneos de sucesso. Preferia se definir como “sambeiro” e “pianeiro”. Sua principal referência declarada era Ataulfo Alves.







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