
O Brasil segue entre os mercados mais promissores para energia solar e armazenamento em 2026.
Segundo dados da Associação Brasileira de Energia Solar, é um dos países mais ensolarados, com a oportunidade de se tornar uma nação líder no setor.
De acordo com a ANEEL, as fontes renováveis já representam 84,63% da matriz elétrica nacional, um dos maiores percentuais do mundo, (considerando as fontes eólica, solar e hídrica), e crescem os investimentos em tecnologias capazes de ampliar a eficiência energética, como sistemas de armazenamento e soluções inteligentes de gestão de energia.
Diante desse cenário, empresas como a Solarprime, uma das maiores redes de franquias de energia solar do país, têm avançado no desenvolvimento de soluções voltadas ao armazenamento.
Em parceria com fabricantes chineses, a empresa vem implementando sistemas baseados em baterias que reduzem a dependência das concessionárias de energia.
Com capacidade instalada de 17.7MWp e atuação consolidada em diferentes regiões do país, a rede posiciona o armazenamento energético como um dos pilares estratégicos da sua oferta para os próximos anos.
Entre as tecnologias adotadas está o Battery Energy Storage System (BESS), voltado principalmente para clientes comerciais e industriais de alto consumo (C&I).
“Esse sistema permite armazenar energia em horários de tarifa mais barata, fora do horário de pico, para utilização nos momentos em que o custo da eletricidade é mais elevado, podendo chegar a ser mais de seis vezes maior em alguns estados”.
Nos últimos anos, essa opção energética deixou de ser apenas uma alternativa sustentável para se tornar uma estratégia de eficiência operacional e redução de custos.
Se antes o foco estava principalmente na instalação de painéis fotovoltaicos para geração própria, o mercado agora evolui para soluções mais completas.
São sistemas de monitoramento inteligente que fazem a integração entre diferentes fontes de energia, com tecnologias de armazenamento que permitem a utilização da eletricidade de forma estratégica, equilibrando consumo e tarifas.
O executivo afirma que esse mercado ainda se encontra em fase inicial no Brasil, mas que é apontado como o próximo grande ciclo de crescimento do setor.
“Tivemos no mercado o primeiro momento marcado pela popularização da energia distribuída. Agora entramos em uma etapa impulsionada por tecnologias mais eficientes. Esse movimento amplia o uso da energia solar e de armazenamento não apenas como alternativa sustentável, mas como ferramenta estratégica de eficiência e competitividade para empresas que adotam essa alternativa”.
Publicado em 13/04/2026
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