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Ge Redação
A medalha de ouro estampou o peito do conjunto do Brasil no Mundial de ginástica rítmica.
E em dose dupla!
Depois de terem conquistado o bronze na prova geral e faturado a vaga antecipada para as Olimpíadas de 2028, as brasileiras voltaram à quadra de Frankfurt neste domingo para as finais por aparelhos.
Ao som de “Feeling Good”, um clássico do jazz, as ginastas cravaram a série simples (cinco bolas) para receberem 29,450 pontos, a maior nota do mundo de toda a temporada dos conjuntos.
Horas depois, ao som de “Abracadabra”, hit de Lady Gaga, repetiram o notaço na série mista (três arcos e dois pares de maças).
Duda Arakaki, Sofia Madeira, Nicole Píricio, Mariane Gonçalves, Maria Paula Caminha e Julia Kurunczi podem dizer:
“Eu sou campeã mundial”.
Conquistas inéditas.
“A gente vai cantar o hino!”
A técnica Camila Ferezin celebrava em lágrimas ao fim da final das cinco bolas. Lágrimas de um desabafo.
O Brasil chegou à final da série simples apenas com a oitava e última vaga. Determinadas a colocar para trás a falha que quase tirou o país do pódio na prova geral de sábado, as brasileiras desta vez mostraram a rotina completa de “Feeling Good”.
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Um enredo que destaca a sensualidade e o desabrochar de meninas se tornando mulheres. Mulheres agora campeãs mundiais em dose dupla.
“Abracadabra” selou o feitiço brasileiro na série mista para encantar o Mundial e dominar o topo do pódio do conjunto neste domingo.
Publicado em 16/08/2026







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