
Rayan comemora seu gol contra o Fluminense (Foto: André Durão)
O Vasco conseguiu uma virada nos acréscimos e venceu o Fluminense por 2 a 1 no primeiro jogo da semifinal da Copa do Brasil, nesta quinta-feira, no Maracanã.
O time de Luis Zubeldía teve um primeiro tempo dominante e foi para o intervalo em vantagem, com gol de Serna.

Serna comemora o gol do Fluminense sobre o Vasco (Foto: André Durão)
No entanto, a equipe de Fernando Diniz voltou na segunda etapa mais agressiva, tomou o controle da partida, empatou com Rayan e virou, nos acréscimos, com Vegetti, que saiu do banco para decidir a partida.

Rayan comemora seu gol contra o Fluminense (Foto: André Durão)
Quando o jogo se encaminhava para empate, Rayan, mais uma vez, assumiu o protagonismo. Primeiro ele fez fila de dribles na intermediária. Foi derrubado, se levantou rápido, cobrou a falta e recebeu a bola novamente e acionou Andrés na ponta. Mais uma vez, o jogador fez um lançamento preciso. Vegetti, que havia entrado na segunda etapa, completou de cabeça para o fundo da rede, colocando o Vasco um passo à frente na disputa por um lugar na decisão da Copa do Brasil.
Vegetti desabafa na saída de campo: “Sou um lutador”.
— Eu sou um lutador. Luto muito por essa camisa. Com minha vida e meu coração. Quero defender essa camisa sempre da melhor maneira. Estou em um momento difícil, não estou jogando muito. Para mim é sempre primeiro o Vasco — disse, emocionado, o artilheiro do time no ano.
“Estou emocionado”
O jogador lembrou a reação chateada quando foi substituído no primeiro tempo da partida do fim de semana passado para o Atlético-MG (5 a 0).
— No jogo passado, não foi uma reação contra (alguém), eu estava chateado com a situação. Tivemos uma expulsão e eu tive que sair depois de voltar a jogar. Fica feio para fora, mas aqui dentro está tudo bem. Foi algo quente do momento, e só isso. É focar no jogo de domingo — afirmou o jogador.

Provocações de esposas de jogadores vascaínos contra o time tricolor, em foto registrada no Maracanã.
Na imagem publicada após o jogo, as esposas de Nuno Moreira, Cuesta, David e Rayan posam fazendo o símbolo C, com as mãos, em referência à temporada em que o Fluminense disputou a terceira divisão do Campeonato Brasileiro, em 1999.
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Thiago Silva : “Paramos de jogar”
– Paramos de jogar, né? Eles pressionaram. Estavam pressionando bem, encaixaram bem, e a gente não estava conseguindo sair da marcação. Nem a bola em profundidade que foi falada a gente fez hoje. Acho que a gente fez até bastante bola longa, mas sem movimento, sabe? Enfim, não é culpa, não é apontar dedo para ninguém – afirmou.
Publicado em 12/12/2025


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