TROMBOSE

Trombose não escolhe idade: sinais de risco e dicas de prevenção.

VENA - Cirurgia Vascular - Os sintomas da Trombose Venosa Profunda,  dependem do tamanho do trombo e do grau de obstrução da veia acometida.  Como tratam-se de veias profundas, longe da pele,

Dia Nacional de Combate e Prevenção à Trombose, lembrado em 16 de setembro, chama atenção para uma condição que pode evoluir de forma silenciosa e grave.

Segundo dados da Sociedade Internacional de Trombose e Hemostasia (ISTH), uma em cada quatro pessoas no mundo morre por causas relacionadas a trombose, incluindo AVC, infarto e embolia pulmonar (Fonte: ISTH, 2023).

No Brasil, a estimativa é de mais de 180 mil novos casos por ano (Fonte: SBACV – Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular).

A trombose venosa profunda (TVP) ocorre quando um coágulo bloqueia a circulação, geralmente nas pernas, e pode causar complicações sérias se não for diagnosticada e tratada a tempo.

Entre os fatores de risco estão o sedentarismo, histórico familiar, uso de anticoncepcionais, tabagismo, pós-operatórios e longos períodos sentado ou em repouso.

Conheça 6 sinais de trombose na perna e 3 fatores de risco

A trombose é democrática: pode afetar homens e mulheres, jovens e idosos. A diferença está em reconhecer os sinais precoces e agir antes que o quadro evolua”, explica a Dra. Haila Almeida, médica cirurgiã vascular e fundadora do Instituto Alphaveins, referência em medicina vascular de alta performance.

Com foco em tratamentos minimamente invasivos, como o uso de tecnologia a laser para varizes e vasinhos, a Dra. Haila reforça que a prevenção começa com atenção aos pequenos sinais.

Inchaço repentino em uma das pernas, dor localizada, sensação de peso e alterações na coloração da pele podem ser os primeiros indícios de trombose. O ideal é buscar avaliação médica o quanto antes”, orienta a profissional.

Especialista Trombose em São Paulo - Dr. Rafael Apoloni

  • 5 medidas simples que ajudam na prevenção da trombose, segundo a Dra. Haila Almeida:
  • Levantar e se movimentar após longos períodos sentado (especialmente em viagens e no trabalho);
  • Praticar atividades físicas regularmente;
  • Manter hidratação adequada;
  • Evitar automedicação, especialmente com hormônios e anti-inflamatórios;
  • Buscar acompanhamento vascular em casos de histórico familiar ou sintomas recorrentes.

Publicado em 10/09/2025

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Patricia Amaral