No documento, os países reconhecem os esforços do governo do presidente Lula para sediar a COP30 e valorizam a escolha de Belém, que simboliza os desafios da Amazônia frente às mudanças climáticas. Ainda assim, os signatários cobram providências imediatas. “Se a COP inteira for mesmo acontecer em Belém, essas condições precisam ser garantidas”, diz a carta. Eles destacam que participar do evento significa “poder viajar para Belém, ficar em acomodações adequadas e acessíveis, e ir ao pavilhão e voltar de forma segura e eficiente em termos de tempo, inclusive tarde da noite”.
Entre os signatários estão blocos como o Grupo de Negociadores Africanos e o Grupo dos Países Menos Desenvolvidos (LDC), além de nações ricas como Áustria, Bélgica, Canadá, Finlândia, Holanda, Noruega, Suécia e Suíça.
A principal apreensão está relacionada à cúpula de chefes de Estado, que reúne o mais alto nível de autoridades e antecede as negociações centrais da COP. De acordo com a carta, nunca antes tantas delegações estavam sem saber como iriam participar do evento a apenas 100 dias do início.
Publicado em 01/08/2025




