LULINHA

Lulinha quebra o silêncio sobre delação no INSS.

Lula com Lulinha e outros filhos (Foto: Reprodução)

AreaVip – História de Vinícius Carvalho

A defesa de Lulinha quebrou o silêncio sobre suposta delação sobre o INSS realizada pelo filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O advogado Guilherme Suguimori chamou a delação “factóide” e negou qualquer intenção do cliente em fazê-lo.

Recebemos com surpresa a matéria veiculada no Metrópoles afirmando que um ex-procurador e um ex-diretor do INSS teriam fechado acordo de delação premiada delatando ‘Fábio Luís Lula da Silva e políticos do centrão’, diz nota da defesa enviada ao Brasil 247.

Ele diz que “a matéria não informa nenhum dado concreto sobre o que seria delatado e qual a suposta e alegada participação de Fábio, o que impede qualquer esclarecimento além do fato de que Fábio Luís não conhece esses indivíduos e jamais teve com eles qualquer tipo de relação, financeira, pessoal ou profissional”.

Ele pondera que Fábio não tem relação com as fraudes do INSS, não participou de fraudes ou desvios e não recebeu valores dessa fonte criminosa.

Lulinha se pronuncia

“As negociações de acordos de delação são sigilosas por previsão legal e jurisprudencial, tornando inverificável a sua existência – factóide que foi negado pela defesa de um dos supostos delatores – e a confirmação de seu conteúdo, que foi meramente mencionado sem apresentação de fatos ou detalhes”, detonou.

A publicação desse dado vazio na véspera de sessão da CPMI que notoriamente vem discutindo medidas relativas a Fábio Luís naquele procedimento será fatalmente utilizada para fins políticos antes de sua confirmação, escancarando a irresponsabilidade de setores com interesses específicos e políticos”, disse o rapaz.

Lamentamos que mais uma vez o nome de Fábio Luís Lula da Silva esteja sendo utilizado indevidamente com interesses escusos, em mais uma tentativa de atingir indiretamente o governo. Todas as afirmações levianas do passado se comprovaram falsas, o que acontecerá também neste caso.

Publicado em 26/02/2026

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Patricia Amaral

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