
A coluna vertebral (do termo latino vertebratus, “com vértebra“), também conhecida como espinha dorsal, espinha ou espinhaço, é a parte central do esqueleto axial nos vertebrados. A coluna vertebral é a característica definidora e epônima dos vertebrados. A espinha dorsal é uma coluna segmentada de vértebras que envolve e protege a medula espinhal. As vértebras são separadas por discos intervertebrais em uma série de articulações cartilaginosas.
A porção dorsal da coluna vertebral abriga o canal vertebral, uma cavidade alongada formada pelo alinhamento dos arcos neurais vertebrais que envolve e protege a medula espinhal, com os nervos espinhais saindo pelos forames intervertebrais para inervar cada segmento corporal[1].
Existem cerca de 50.000 espécies de animais que possuem uma coluna vertebral.
A espinha humana é um dos exemplos mais estudados, pois a estrutura geral das vértebras humanas é bastante típica da encontrada em outros mamíferos, répteis e aves. A forma do corpo vertebral, no entanto, varia um pouco entre diferentes grupos de espécies vivas.
As vértebras individuais são nomeadas de acordo com sua região correspondente, incluindo o pescoço, tórax, abdômen, pelve ou cauda.
Na medicina clínica, estruturas das vértebras, como o processo espinhoso, podem ser usadas como pontos de referência na superfície para orientar procedimentos médicos, como punções lombares e anestesia espinhal.

Há também muitas doenças da coluna que podem afetar tanto as vértebras quanto os discos intervertebrais, sendo cifose, escoliose, espondilite anquilosante e discos degenerativos exemplos reconhecíveis[2][3][4]. A espinha bífida é o defeito congênito mais comum que afeta a coluna vertebral.
Publicado em 20/12/2025

