Por Giovana Maciel, pesquisadora da Embrapa Cerrados.
A resposta a essa pergunta define o rumo da pecuária em qualquer propriedade rural. Infelizmente, ainda prevalece a tendência de não se tratar as pastagens como lavoura, embora sejam elas que produzem os alimentos mais nobres da nossa mesa: a carne e o leite.
Muitas vezes, as pastagens são negligenciadas e deixadas à própria sorte, em uma gestão baseada no acaso, onde o produtor espera que “tudo dê certo neste esse ano” para tentar a sorte novamente no próximo. Essa postura compromete uma das atividades mais tradicionais do agronegócio brasileiro.
O cenário de degradação e suas causas
Os dados revelam uma realidade preocupante: em uma imensidão de 160 milhões de hectares de pastagem, grande parte se encontra em processo de degradação. Esse processo, embora lento e gradual, manifesta sintomas claros: baixa oferta de capim, excesso de plantas invasoras, presença de cupinzeiros e formigas e, no pior cenário,
Decisão estratégica
Um diagnóstico preciso sobre o nível de degradação é o ponto de partida para qualquer tomada de decisão segura. A escolha da melhor estratégia depende da capacidade operacional da fazenda, dos custos operacionais, do acesso ao crédito e de uma assistência técnica de qualidade. Contudo, o fator determinante é a vontade de mudança do produtor.
Para aprofundar esse debate, o manejo estratégico para a recuperação de pastagens e os indicadores essenciais de desempenho serão temas centrais da palestra apresentada durante o 11º Dia de Campo Embrapa e ABCZ, com a participação da Baldan Implementos Agricolas.
O evento, que ocorre no dia 27 de abril, durante a Expozebu 2026, será uma oportunidade única para o pecuarista começar a organizar sua estratégia para transformar seu pasto em uma verdadeira mina de ouro.
Publicado em 17/04/2026








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