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Uma das modalidades mais técnicas do atletismo, a marcha atlética ainda desperta muita curiosidade e dúvidas nos brasileiros.
Quais as regras?
Qual a diferença entre marchar e correr?
E afinal, por que os marchadores parecem “rebolar”?
Às vésperas do Mundial por Equipes, o Lance! traz a explicação completa de como funciona esse esporte.
Modalidade olímpica desde 1908, a marcha atlética nada mais é do que uma caminhada rápida, com duas regras que a diferenciam da corrida. A primeira delas é que, no momento da passada, a perna da frente precisa estar estendida quando o pé toca o solo. Se o atleta pisar com a perna de apoio flexionada, comete uma falta de bloqueio.
Além disso, diferentemente da corrida, a marcha atlética não tem uma fase “aérea”, ou seja, o pé de trás só pode sair do chão quando o calcanhar da frente toca o solo.
O descumprimento dessa regra gera ao atleta uma punição por flutuação.
As competições de marcha atlética são disputadas em circuito fechado, em que os atletas dão voltas até completar as distâncias de cada prova. Cerca de 7 a 9 árbitros ficam espalhados pelo percurso, observando atentamente o cumprimento das regras pelos marchadores. Atualmente, esse processo conta com o apoio de recursos de vídeo para deixar a aplicação de punições mais precisa.

Há um painel em determinado ponto do percurso, que sinaliza os atletas que cometeram irregularidades.
Quando o marchador acumula três faltas, ele precisa ir para o pit lane, área onde deve aguardar por dois minutos antes de retornar ao circuito.
Caso cometa mais alguma falta após o retorno, o atleta é desclassificado da prova.
Publicado em 11/04/2026







