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SÃO PAULO E BRASÍLIA – O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux, terceiro a se manifestar na ação penal da trama golpista, votou nesta quarta-feira, 10, pela absolvição do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por todos os crimes imputados a ele pela Procuradoria-Geral da República (PGR). Fux divergiu dos ministros Alexandre de Moraes, relator do caso, e Flávio Dino.
A agência Associated Press destacou que Fux usou 13 horas na 4ª feira (10.set) para apresentar seu voto, sustentando que não havia provas consistentes para condenar Bolsonaro nos 5 crimes imputados.
O jornal The Washington Post publicou uma reportagem no mesmo tom e lembrou que a divergência pode ser explorada pela defesa de Bolsonaro em recursos futuros.
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Ainda nos EUA, a agência Bloomberg enfatizou que Fux foi o 1º ministro a divergir e chamou atenção para a divisão interna na 1ª Turma. Além de Fux, o relator Alexandre de Moraes e o colega Flávio Dino já votaram –ambos pela condenação de Bolsonaro e outros réus.
Ainda faltam votar Cármen Lúcia e Cristiano Zanin.
Na Argentina, o jornal La Nación afirmou que a divergência abre margem para recursos da defesa, inclusive em cortes internacionais.
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O jornal Clarín deu destaque ao pedido de nulidade do processo…



